Vingadores: Ultimato é um final digno para o UCM

Ao comprar o ingresso para Vingadores: Ultimato, acabei assistindo a dois filmes: um da Marvel e outro meu, durante os últimos onze anos indo ao cinema com meus amigos.

Imaginar, onze anos atrás, que a história do cinema mudaria por causa de um filme do Homem de Ferro seria leviano.

Mas a Marvel acreditou que poderia fazê-lo e, de maneira ambiciosa, criou o universo cinematográfico mais complexo de que se tem notícia.

E os frutos cultivados durante esses longos anos de trabalho, enfim, foram colhidos.

Vingadores: Ultimato

Vingadores: Ultimato não é como seu predecessor, Guerra Infinita. Não é um filme cheio de momentos de impacto e de roteiro imprevisível.

Ultimato é um filme de despedida. Ele é recheado de momentos e diálogos que transportam personagens e fãs pelos momentos cruciais do UCM. Há um forte apelo nostálgico que usa a força dos que vieram antes dele, extraindo o melhor da Marvel, mesmo depois de tantos anos.

Ultimato não se furta a usar toda a energia acumulada pelos seus antecessores – e durante seu segundo ato – para construir uma conclusão épica em seus minutos finais.

Toda a ambição da Marvel foi recompensada, para a alegria dos fãs, ao reunir seus grandes personagens em uma última luta contra o vilão Thanos. O Titã louco, por sinal, mantém a postura e dignidade que o fazem ser o melhor vilão da Marvel, mas sem o mesmo tempo de tela de Guerra Infinita. E isso é bom. Ultimato é um filme para os heróis.

Mesmo com seu roteiro previsível, Ultimato é o mais satisfatório de todos os filmes Marvel. É um ato de conclusão digno para os heróis e também para os fãs, que saem da sala de cinema com a sensação de “missão cumprida”, assim como os Vingadores.

 

 

Pedro Henrique Rodrigues da Silva

Pedro Henrique

Esse silêncio todo me atordoa. Atordoado eu permaneço atento.

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